1°Bully Kutta
Conhecida também como "besta do leste".altura:1,1m(atá a cernelha).
peso:90kg.
Esta raça é muito agressiva,e,acredito que,foi criada para aquelas "brigas de cães".
2°Thai Ridgeback
3°Cão chinês do Chongqing
4°A raça de cão que até aqui mais amo:Skye terrier
A raça de cachorro Skye Terrier é o terriers escocês mais antigo que ainda existe. Deve seu nome a uma ilha chamada Skye, onde se conhece a raça a mais de 400 anos. Originalmente desenvolvida pelos fazendeiros locais, tinha por função a caça das raposas e outros pequenos roedores. No século 19, a raça era bastante diferente do seu aspecto moderno: tinha orelhas dobradas com menos pêlo, a cabeça era menor e pesava somente 6 kg. Faz parte da família dos terriers escoceses juntamente com o Cairn Terrier, o Scottish Terrier e West Highland White Terrier.
Foi no século 19 e graças a dois episódios que o Skye Terrier conquistou espaço e popularidade junto à aristocracia inglesa. Conta-se que em 1840, uma senhora de nome Mrs. Pratt passeava com seus cães no Hyde Park em Londres quando os dois Skies encontraram pegadas de texugo e lançaram-se à caça do animal. Foi tanta a repercussão do fato que a própria rainha Vitória fez questão de conhecer os cães e à Msr. Pratt não restou outra opção senão oferecer à soberana um de seus exemplares. O Skye Terrier ganhava os salões da realeza e sua popularidade cresceu instantaneamente. Sua aparência exótica e sua pelagem exuberante também ajudaram muito no aumento de sua popularidade.
O segundo episódio, ocorreu em Edimburgo em 1858. A emocionante história de Greyfriars Bobby, que mais tarde foi filmada pelos estúdios Disney no filme Greyfriars Bobby. Greyfriars Bobby era um cão da raça Skye terrier que se tornou muito famoso em Edimburgo(Escócia) quando seu dono, John Grey, morreu e foi enterrado no cemitério Greyfriars Kirkyard, em 1858. Por 14 anos após a morte de seu dono, Bobby recusou-se a permanecer longe do cemitério uma noite sequer, até sua morte, em 1872.
A raça foi também uma das primeiras a participar das exposições caninas em 1860, na cidade de Birminham).
Com todo esse histórico, o Skye foi facilmente adotado pela aristocracia inglesa e mais tarde, ganhou espaço como cão de companhia, muitíssimo bem adaptado a espaços urbanos.
No Brasil, a raça ainda é rara mas existem criadores investindo na sua divulgação.
Personalidade da Raça Skye Terrier
Muito resistente e valente o Skye é do tipo de cão que elege um dono entre os membros de sua família a quem ele se entrega totalmente. É muito extrovertido com os de casa, mas reservado com estranhos.
Muito sociável com crianças, o Skye não deixa de ser um terrier e como tal, é bastante valente e destemido com o relacionamento com outros cães. Assim, caso o proprietário tenha outros animais em casa, deve tomar especial cuidado no relacionamento entre eles.
Apesar de ser, atualmente, um cão de companhia, não é conveniente supor que seus instintos tenham sido apagados. Por isso, deve-se tomar muito cuidado quando o objetivo é um passeio no parque, para que o Skye não desapareça atrás de uma presa.
Sua pelagem longa requer cuidados especiais do dono, principalmente após passeios ao ar livre e no campo, quando poderá ´trazer para casa´ boa parte das folhas e galhos que estiverem caídos no chão. A raça não deve ser tosada. Possui um subpêlo curto, fechado, macio e lanoso e o pêlo é longo, duro, reto, assentado e sem cachos. Na cabeça, o pêlo é mais curto, mais macio, escondendo a face e os olhos. Misturando-se com os tufos laterais, franjados, circundando as orelhas e permitindo a visualização do seu perfil.
A raça admite as cores preto, cinza escuro ou claro, baio, creme, todos com preto, no focinho e nas orelhas. Todas as cores sólidas podem ter sombreados da mesma cor e subpêlos mais claros, desde que as orelhas e o focinho sejam pretos. Uma pequena mancha branca, no peito, é permitida.
Em seu livro "A Inteligência dos Cães" o psicólogo Stanley Coren classificou o Skye Terrier em 55º lugar entre as raças mais inteligentes.
Nos Estados Unidos os cães da raça costumam participar de diversas atividades incluindo o agility.
Filhotes da Raça Skye Terrier
Os filhotes da raça de cachorro Skye Terrier são ativos e curiosos e devem ser educados desde cedo, evitando que desenvolvam uma personalidade dominante que prejudique o convívio doméstico. O adestramento básico de obediência é extremamente recomendável para cães que possuam estas características de independência e, de maneira geral, os resultados aparecem tanto mais rápido quanto maior for o envolvimento do dono no processo de treinamento.
Não devem ser deixados sozinhos por longos períodos, uma vez que sua curiosidade e necessidade de atividade farão com que procurem alguma distração, o que nem sempre trará resultados agradáveis para o dono.
5°Coton de Tulear
O coton de Tulear é a única raça desenvolvida na ilha de Madagascar, no oceano Índico. Seus ancestrais chegaram a ilha na época colonial, quandoMadagascar era colônia da França e muitos cães foram levados por tropas francesas para a ilha como caçadores de ratos e companhia. Seu nome “Coton” significa algodão em francês e “Tulear” é o nome da cidade madagascarense na qual a raça se desenvolveu. Os primeiros cães europeus que chegaram a região deram origem a uma outra variedade de “coton”, o coton da Reunião, ou coton de Reunion, “Reunião” ou “Reunion” é o nome de uma das ilhas locais, que é território francês e fica localizadas próxima a Madagascar. Este cão, atualmente extinto, foi a base da criação do coton de Tulear, juntamente com outros cães que também participaram da formação do coton de Tulear, principalmente o maltês. O coton deTulear logo ficou famoso entre a nobreza francesa que habitava as colônias francesas no oceano Índico e rapidamente se tornou o “cão de luxo das colônias”, sendo que as pessoas comuns eram proibidas de possuir um cachorro desta raça. Até os dias de hoje, embora a criação não esteja mais restrita à nobreza, na ilha de Madagascar , possuir um cachorro desta raça é símbolo de riqueza e de boa posição social .
O coton de Tulear, diferentemente do que sua vida como “cão de luxo” pode sugerir, é um cão robusto e resistente, que gosta de nadar e de caçar roedores. Seu temperamento é alegre e muito afetuoso, dedicado ao seu dono e faz de tudo para agradá-lo. Este cão é brincalhão e uma boa companhia para crianças e adultos. Esta raça tende a ser ladradora e pode não se dar muito bem com outros cães, especialmente do mesmo sexo. Esta raça é um cão de companhia por excelência, mas pode vir a ser também um bom cão de guarda de alarme pois é bastante alerta. É bastante inteligente, mas também é determinado e gosta de fazer sua própria vontade o que pode resultar em alguma teimosia, também gosta de agradar o seu dono, podendo vir a ser mais obediente por causa disto, sua educação deve começar desde filhote.Este é um bom cão de apartamento mas que gosta de longos passeios, de preferência diários. O coton de Tulear é muito apegado a sua família e não se adapta bem a solidão. Cães desta raça devem ser escovados diariamente para evitar a formação de nós no pêlo. O coton pode estar sujeito a incidência de luxação de patela, um problema que pode ser evitado com aescolha consciente do filhote e dos pais da ninhada.
Na minha opinião,o coton de tulear branco se assemelha mais com o maltês e com o lhasa apso.
6°Griffon de Bruxelas
Esta raça é caracterizada por ser uma ótima raça de companhia. É um cão belga de porte pequeno,o que se tem em hipótese que sua origem é na Bélgica
Altura: De 17 a 25 cm.
Peso: De 3kg a 6kg.
Pêlo: Pêlo duro com subpêlo. O pêlo é naturalmente áspero, ligeiramente ondulado, não crespo, é trimado.
Cores: Vermelho, avermelhado; manchas pretas na guarnição da cabeça.
A origem do Griffon de Bruxelas é bastante confusa e misteriosa. Existem algumas representações de cães muito semelhantes ao Griffon, como no quadro de Van Eyck, datado de 1434. Existem 3 variedades da raça (Griffon de Bruxelas, Griffon Belga e Petit Brabançon). Há um certo consenso que derivem dos Barbets, Yorkshire, Fox terrier, Pug e, possivelmente, Affenpinscher.
A raça sofreu muito com a Primeira Guerra Mundial e por pouco não foi extinta, porém, graças ao trabalho dos criadores, em especial dos ingleses, recuperou-se em termos de qualidade e número de exemplares.
São cães de companhia por excelência, estão sempre vivazes e alegres, todavia não são recomendáveis para crianças, uma vez que não gostam de brincadeiras mais abrutalhadas. São animais extremamente fiéis que apreciam muito a companhia de seu dono. Por isso, não são adequados a pessoas que passem a maior parte do dia fora. São ótimos cães de alarme, uma vez que estão sempre atentos a todo o tipo de movimentação diferente. É o 59ª no ranking de inteligência canina de Stanley Coren.
Apesar do tamanho reduzido, os Griffons necessitam de passeios diários, no entanto, atividades nos períodos mais quentes do dia devem ser evitados, uma vez que o formato do focinho dificulta a refrigeração do cão e pode levar até mesmo à morte.
Sua pelagem requer certos cuidados. O pelo duro do Griffon não deve ser tosado à máquina e sim arrancado (stripping) para que não cresça demais e perca a textura correta. Esse processo deve ser feito apenas por um profissional, caso contrário pode machucar o cão. Outro cuidado com a higiene dos Griffons refere-se aos shampoos e condicionadores que podem prejudicar a textura dos pelos assim como o excesso de banhos. Durante cartas épocas do ano, pode ser verificada a troca do pêlo que por ser duro, não vai cair tanto quanto outras variedades de pelo curto, mas para que não emitam odores deve receber escovações semanais. Atenção que se deve ter ainda é com seus olhos, que por serem saltados são mais sensíveis.
7°Griffon Belga
Olha que carinha fofa!
Origem
Bélgica. O Griffon da Bélgica abrange três variedades que só diferem no pêlo e na pelagem :
- Griffon de Bruxelas (Brussels Griffontje): de pêlo semi-longo. - Griffon Belga (Belgisdche Griffontje): também de pêlo semi-longo. - Petit Brabançon (Kleine Brabander): pêlo curto. O Griffon de Bruxelas é o mais antigo dos Griffons da Bélgica. O seu ancestral é o Barbet Belga de cocheira. A seleção e o melhoramento da raça começaram antes de 1880, em Bruxelas. Foram realizados vários cruzamentos entre o Barbet de cocheira, o Griffon de cocheira, o Affenpinscher, o Yorkshire Terrier, o Carlin e a variedade Ruby (ruivo uniforme) do King Charles. Foi apresentado pela primeira vez em Bruxelas, em 1880, e, em 1883, foi publicado um primeiro standard que seria modificado em 1904. |
| A Royale Saint Hubert reconheceu o Griffon de Bruxelas e as suas duas variedades, o Griffon Belga e o Petit Brabançon. Os primeiros espécimes foram apresentados na França, em Rubaix, em 1889. A Sociedade Central Canina criou, em 1894, uma classe para os Terriers de Bruxelas. As duas Guerras Mundiais interromperam a criação. A Grã-Bretanha é o país onde os pequenos Griffons estão mais difundidos. Na França, a população ainda é muito pequena. |
| O Griffon Belga : descendente do Griffon de Bruxelas, após introdução de sangue do Carlin e talvez do Toy Terrier. O tipo foi fixado em 1905. A Sociedade Central Canina reconheceu-o como "raça" distinta em 1908. A Primeira Guerra Mundial quase extinguiu esta raça. A criação foi retomada em 1928, mas o Griffon Belga continuou a ser o menos difundido entre os pequenos cães Belgas. O Petit Brabançon: também originado do cruzamento entre o Griffon de cocheira e outras raças, principalmente o Carlin. Esta raça é muito pouco procurada. |
| ASPECTO GERAL Pequeno cão de companhia, inteligente, bem equilibrado, alerta, orgulhoso, robusto praticamente quadrado; com boa ossatura, mas ao mesmo tempo elegante na sua construção e movimentação; chamando a atenção pela sua expressão quase humana. Comprimento igual a altura na cernelha.As características do Grifo Belga são as mesmas do Grifo de Bruxelas, diferenciando-se somente pela cor. |
| PROPORÇÕES O comprimento do tronco, da ponta do ombro até a ponta do ísquio deve ser o mais próximo possível da altura na cernelha. REGIÃO CRANIANA Cabeça: é a parte mais característica do corpo e a mais admirável. Bastante larga comparada com o tronco e tem uma expressão quase humana. O pêlo é tosco, eriçado e desgrenhado; mais longo acima dos olhos, no focinho, bochechas e queixo, formando as guarnições da cabeça. Crânio: largo e abobadado. A testa é bem arqueada. Stop: muito pronunciado. |
| REGIÃO FACIAL Olhos: inseridos bem afastados, grandes e redondos, jamais esbugalhados. Marrom o mais escuro possível. O deve ser contornado de preto e, preferencialmente, sem exibir nenhuma parte branca (esclerótica). Focinho: incluindo a trufa é muito curto: não deve exceder a 1,5 cm. Trufa: preta. Inserida no mesmo nível dos olhos. Larga com narinas bem abertas. A ponta da trufa é arrebitado para trás de modo que de perfil o queixo, a trufa e a testa fiquem no mesmo plano. Lábios: pretos. O lábio superior e o inferior se tocam em contato justo e bem ajustado. O lábio superior não forma beiços e não ultrapassam os inferiores. Se for muito lasso prejudica a expressão almejada. |
| Dentes/ Mordedura: a mandíbula é curvada para cima, larga, não pontiaguda e projeta-se além da maxila; a raça é prognata. É desejável que os incisivos de cada maxilar estejam alinhados em linha reta com os maxilares permanecendo realmente paralelos. A boca deve permanecer fortemente fechada, sem exibir a língua ou os dentes. A largura e projeção do queixo são extremamente importantes. Deve-se cuidar para que nenhum incisivo esteja faltando. Orelhas: pequenas, inseridas com espaço suficiente entre elas. Orelhas íntegras são portadas semi-eretas e caídas para frente. Orelhas muito grandes são indesejáveis porque caem rente as faces. Orelhas amputadas são pontiagudas e portadas erguidas. Orelhas íntegras e amputadas são igualmente aceitáveis. |
| CAUDA De inserção alta e portada bastante alta. A cauda amputada é encurtada a 2/3 do seu comprimento. A cauda íntegra é portada empinada com a ponta em direção ao dorso sem jamais alcançá-lo ou ficar enrolada. |
| MEMBROS ANTERIORES Paralelos com boa ossatura, situados suficientemente afastados. Ombros: de angulação normal. Cotovelos: trabalhando ajustados rente ao tórax. Metacarpos: fortes. Patas: pequenas, redondas e corretamente direcionadas para frente. Dígitos bem compactos; dígitos fusionados são indesejáveis. Almofadadas grossas o mais escuras possível. Unhas preferencialmente pretas, o mais escuras possível. |
| MEMBROS POSTERIORES Com boa ossatura, realmente paralelos, angulados para equilibrar-se com os anteriores. Joelhos: suficientemente angulados. Jarretes: bem curtos, nem próximos nem afastados. Patas: semelhante às anteriores. Ergôs indesejáveis.MOVIMENTAÇÃO Poderosa, movimentos paralelos dos membros com boa propulsão dos posteriores. |
| COR Preto, preto-e-castanho. As marcações castanhas têm que ser puras e de uma cor intensa. Ficam, também situadas no antepeito, nas bochechas, no queixo, acima dos olhos, na face interna das orelhas, sob a cauda e em torno do ânus. O preto pode mesclar-se com o marrom avermelhado. Apesar de o preto puro ser permitido, é preferível o preto-e-castanho. TAMANHO Padrão não comenta. |
| PESO Machos e fêmeas: de 3,5 a 6 kg. TEMPERAMENTO Pequeno cão bem equilibrado, alerta, orgulhoso muito apegado a seu dono, muito vigilante. Nem tímido nem agressivo. |
8°Brabançon
O Pequeno Brabançon faz parte da família do “Smousje”, um antigo cão miniatura cujo pêlo era duro. Cães como o Griffon de Bruxlas e o Griffon Belga vieram do “Smousje”, e é oriundo dos arredores de Bruxelas já à alguns séculos. Foi misturado com o Doguillo no século XXI e criou-se um cão de pêlo escuro e curto, o que se era basicamente o padrão da raça. Estes cães eram bons guardas porque são muito vigilantes.
É basicamente um cão muito vigilante como já foi dito, como também um bocado orgulhoso. Cria laços duradouros com os seus dono, que não tem medo de nada mas também não se mete com ninguém visto não ser agressivo. É apenas um animal curioso e amoroso. Visto ser um cão feliz, dá um belo cão doméstico. É também muito brincalhão e a sua educação não é nada difícil, o que é recomendável mesmo para principiantes. Acaba por ser um animal muito asseado.
Tem uma cabeça redonda e algo ampla, contudo o seu focinho é curto e o stop algo definido. Tem também os olhos arredondados, algo salientes e também afastados um do outro. As orelhas do Pequeno Brabançon são pingentes, enquanto a cauda dele fica sempre hirta. O seu peito é firme e bem definido. Ainda em relação à sua pelagem, esta é curta e as cores possíveis é o vermelho com uma mancha preta na cara ou então preto e vermelho com manchas cor de fogo.
Padrão da raça:
Altura do macho-23 a 24cm aproximadamente
Peso do macho:2 a 3 kg aproximadamente
Tamanho da fêmea:23 a 24 cm
Peso da fêmea:2 a 3 kg
9°Havanese
Todos os bichons descendem das mesmas linhas de sangue que os barbet ou spaniel d'água,o poodle.etc.
A família canina bichon consiste em várias raças distintas, inclusive o bichon havanês. Em ordem de popularidade da família Bichon nos E.U.A., estão estas raças: maltês, bichon Frisé, havanese, lowchen (pequeno cão leão), coton de tulear e o bolonhês.O bichon havanês, através de "contrabando", achou seu caminho para Europa onde ficou muito popular e foi reconhecido pelo "European Kennel Club". Era conhecido na Inglaterra como o "cubano" branco.
São conhecidas três famílias, que se acredita, podem ter deixado Cuba com o bichon havanês durante o tumulto político dos anos cinqüenta. É reconhecido que naquele tempo não poderia ter havido muitos destes cachorros mantidos por qualquer um. Estas três famílias exiladas trabalharam sozinhas na Flórida e na Costa Rica durante uma década para preservar a raça.
Atualmente, já existem cerca de 4.000 bichons havaneses registrados nos Estados Unidos e estima-se existirem em torno de 6.000 em todo o mundo.
O bichon havanês está retornando à sua terra natal através de um projeto coordenado pelo "The Bichon Habanero Clube" , que está trabalhando numa ação com aproximadamente 15 cachorros e supervisionando o programa de procriação de perto.
No Brasil, o primeiro bichon havanês chegou no dia 17 de agosto de 1997, vindo da cidade de Doetinchem, na Holanda e importada pelo Star Company Kennel. Este primeiro exemplar a ser registrado no Brasil é uma fêmea de cor creme, chamada "A Maiden Effort's Oh-Delaylah".
10°Japanese chin
Origens da Raça Spaniel Japonês
A raça de cachorro Spaniel Japonês, também conhecido como Japanese Chin ou simplesmente Chin, é um dos cães toy desenvolvidos no Japão. Alguns estudiosos acreditam que a raça teria chegado ao Japão em 732, ofertado como presente ao imperador japonês. Outros creditam a chegada do Chin aos primeiros monges que chegaram ao Japão em 528 para difundir o Budismo no país. Independente da teoria, o Chin é considerado como uma das primeiras raças de companhia desenvolvidas em todo mundo e seu papel está estreitamente ligado ao budismo, sendo chamado de "Cão do Fo" ou "Cão de Buda".
Segundo algumas lendas, teria sido originado da união de um leão com uma macaca e há várias representações desta união em diversas esculturas encontradas na Coreia, Japão, Vietnã e China. Estas mesmas esculturas lembram tanto o Chin quanto o Pug e o próprio Pequinês e segundo as tradições, eram as fontes de inspiração para o desenvolvimento das raças pelas famílias nobres, que procuravam selecionar os exemplares que mais se assemelhavam aos modelos das esculturas.
A existência do Chin no Japão é dada como certa já no século X. Ao longo do tempo seu tamanho foi sendo diminuído e o valor aumentado. Segundo alguns textos do século XVIII, os cães eram tão pequenos que viviam em gaiolas como pássaros presos no teto das grandes mansões dos nobres. Foi nesta mesma época que a nobreza adorou definitivamente o Chin como mascote como forma de agradar ao imperador japonês, nascido sob o signo do Cão no horóscopo chinês. Foi promulgada uma lei que protegia o Spaniel Japonês. Segundo esta lei, o roubou ou o assassinato de um cão da raça deveria ser punido com a pena de morte e haviam grandes recompensas também para quem denunciasse os infratores da lei.
O Chin também foi um dos primeiros - se não o primeiro - cão asiático a conquistar o Ocidente graças às trocas mercantis de portugueses e espanhóis que chegaram à região nos anos de 1540/1550 e levaram alguns cães para a Europa, onde é quase certa sua influência para a evolução dos pequenos Spaniels britânicos. Vários nobres inglês, incluindo a Rainha Alexandra (esposa de Eduardo VII) se encantaram pelos pequenos e a própria rainha chegou a ter mais de 20 Chins antes de se encantar pelo Pequinês.
Nos Estados Unidos foram apresentados pela primeira vez em 1882, numa exposição canina em Nova York. Em 1883 fundaram o Japanese Spaniel Club que foi, posteriormente, substituída por uma nova associação chamada Japanese Spaniel Club of America, em 1912.
Personalidade da Raça Spaniel Japonês
O temperamento do Spaniel Japonês é um dos seus pontos fortes da raça. Ao mesmo tempo brincalhão e altivo, mostra-se bastante seletivo em suas relações.
Muito apegado aos seus donos, não é do tipo de faz festa para qualquer pessoa que se aproxime.
Como é um cão pequeno, pode se dar bem com crianças desde que estas sejam cuidadosas em suas brincadeiras. Normalmente é sociável com outros cães e até mesmo com gatos.
Seu tamanho toy (segundo o padrão devem pesar no máximo 3,2kg e medir até 28cm) o indicam para pequenos espaços e apartamentos. O que não quer dizer que os cachorros não gostem de passear e exercitar-se. Nos Estados Unidos, os cães competem com sucesso em provas de agility.
Filhotes da Raça Spaniel Japonês
O filhote dessa raça é cheio de energia e disposição.
Especialmente durante a fase de crescimento, é importante cuidar para que os filhotes dos cães não sofram traumatismos, que podem comprometer seu desenvolvimento ósseo. O mesmo cuidado deve ser tomado quanto à quantidade de comida, evitando o peso em excesso.
O pêlo do Chin, ou Spaniel Japonês, requer cuidados para se manter longo, sedoso e abundante. A escovação é essencial neste processo e o filhote deve ser acostumado ao ritual de escovação desde cedo.
Gostaria de saber onde encontrar filhotes do brabaancon de pelo marron e o valor meu email e sandrabeatriz54@live.com! Muito obrigada! me apaixonei por ele!
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